Acusado de Crime Contra a Vida?
O Tribunal do Júri Exige Defesa Artesanal
A sua liberdade ou a de seu familiar será decidida por 7 jurados, não por um juiz. Em plenário, retórica vazia não ganha absolvição. Você precisa de uma defesa técnica, incisiva e especializada em crimes contra a vida.
Plenário do Júri
Absolvição
Inquérito Policial
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Dr. Marcelo Vasconcelos
OAB/RJ 170.352
Com 14 anos de atuação exclusiva na defesa criminal no Rio de Janeiro, sabemos que o Tribunal do Júri é o ambiente mais hostil e complexo do Direito Penal.
No plenário, a vida e a liberdade do acusado estão nas mãos de sete pessoas comuns. O advogado precisa ter controle emocional, profundo conhecimento do processo e habilidade ímpar para desconstruir a narrativa da acusação.
Nosso escritório possui estrutura e experiência para atuar com excelência na defesa de crimes dolosos contra a vida, seja na fase de pronúncia ou no embate final perante o conselho de sentença.
O que está em jogo no Tribunal do Júri?
Quando alguém é acusado de um crime doloso contra a vida (homicídio, infanticídio, aborto ou induzimento ao suicídio), o julgamento não é feito por um juiz togado, mas sim pela própria sociedade, através de 7 jurados. O resultado desse julgamento define o futuro, a liberdade e o destino de toda uma família.
Ir para o Júri com uma defesa generalista, que não domina a dinâmica de apartes, réplica, tréplica e a formulação de quesitos, é assinar uma condenação. A defesa artesanal mergulha nos autos, investiga falhas da perícia e cria uma narrativa sólida, capaz de gerar a dúvida razoável ou comprovar a legítima defesa, convencendo os jurados a absolver.
Risco de Condenação Altíssima
Penas para crimes contra a vida são severas e iniciam, muitas vezes, em regime fechado. O Ministério Público atua com força máxima e não poupa recursos para convencer os jurados.
A Defesa Estratégica
Uma atuação combativa desde a primeira fase (sumário da culpa) pode evitar que o caso sequer chegue ao plenário, buscando a impronúncia ou a absolvição sumária do acusado.
Como a nossa Defesa atua no Tribunal do Júri
Atuamos de forma incansável e técnica em todas as fases do procedimento do Júri.
Investigação e Primeira Fase
Mergulhamos no inquérito policial e na instrução preliminar para rebater as provas da acusação, lutando pela impronúncia (para que não vá a júri) ou absolvição sumária.
Preparação para o Plenário
Caso o julgamento vá a plenário, realizamos um estudo minucioso dos jurados, das perícias e preparamos o réu e as testemunhas para o depoimento em juízo.
O Embate em Plenário
Atuação agressiva, técnica e oratória impecável perante os jurados. Desconstruímos a tese do Ministério Público e lutamos pela absolvição, doa a quem doer.
Resultados que geram confiança
O que dizem os clientes que defendemos em momentos críticos.
"Venho aqui avaliar o DR.Marcelo com muita satisfação e felicidade. Atendeu todas as minhas expectativas em um momento difícil, muito prestativo, atencioso, honesto e justo... consegui resolver com muito afinco o que foi solicitado!"
"Excelente profissional. Só tenho a agradecer por toda ajuda e paciência. Você explicou tudo direitinho e sempre esteve disponível quando precisei."
"Homem enviado por Deus, um excepcional advogado, honesto passa todas as informações da melhor forma possível, homem com garra, totalmente grato pelos serviços prestados, recomendo e confio!"
Dúvidas Frequentes sobre o Tribunal do Júri
O Tribunal do Júri tem regras próprias (quesitação, tempo de fala, apartes, tréplica) que advogados não familiarizados desconhecem. Um erro técnico na formulação de um quesito, ou a falta de firmeza para enfrentar a acusação no plenário, pode custar décadas de prisão. A defesa precisa ser combativa, artesanal e especializada.
O Júri é dividido em duas fases. A primeira termina com a decisão de "pronúncia", onde o juiz decide se há indícios suficientes para levar o réu a julgamento pelos jurados. Uma defesa forte nesta fase tenta a "impronúncia" ou "absolvição sumária", evitando que o caso vá para o plenário, poupando o cliente do risco do júri popular.
Sim. No Júri, os jurados decidem por "íntima convicção", não precisando fundamentar seu voto. Teses como legítima defesa, inexigibilidade de conduta diversa, ou até mesmo perdão dos jurados, podem resultar em absolvição, mesmo que o réu tenha confessado a autoria do fato. Tudo depende da construção da narrativa defensiva em plenário.
O homicídio simples tem pena de 6 a 20 anos. O qualificado (ex: por motivo fútil, mediante emboscada, recurso que dificultou a defesa da vítima) tem pena de 12 a 30 anos e é considerado crime hediondo. A missão da defesa no Júri também envolve o "decote das qualificadoras" para reduzir drasticamente uma possível pena.
A defesa artesanal não usa discursos prontos. Ela estuda o perfil de cada jurado, disseca o laudo cadavérico, recria a cena do crime e traduz termos jurídicos complexos para a linguagem do povo. Para entender a fundo as nossas estratégias no momento decisivo, leia sobre a defesa técnica e artesanal em plenário.